terça-feira, 20 de julho de 2010

Plantas ornamentais: Linho-da-nova-zelândia (Phormium tenax)

Linho-da-nova-zelândia (Phormium tenax J.R.Forst. & G.Forst.)
Também designada por Espadana, ou Filaça, esta planta, da família Hemerocallidaceae ( ou Xanthorrhoeaceae ?) é endémica da Nova-Zelândia.
No lugar de origem, era cultivada "para a produção de fibras utilizadas em cordoaria e na confecção de tecidos grosseiros". Entretanto introduzida em numerosos outros países, é, actualmente, cultivada e utilizada sobretudo para fins ornamentais.
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domingo, 18 de julho de 2010

Cardo-penteador-de-folhas-recortadas (Dipsacus comosus)


(Inflorescência)

(Caule e folhas - pormenor)
Planta da família Dipsacaceae, o Cardo-penteador-de-folhas-recortadasDipsacus comosus Hoffmanns. et Link) é um endemismo ibérico, que em Portugal ocorre no centro e sul do território  do Continente (Fonte), em terrenos secos e pedregosos.
(Local e data: as fotos foram obtidas num terreno inculto à beira duma estrada na região de Santarém, em 14-Julho-2010)
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sábado, 17 de julho de 2010

Junco-articulado (Juncus articulatus)


Junco-articulado (Juncus articulatus L.)

Planta da família Juncaceae, é considerada nativa da Europa, Ásia e América do Norte (Estados Unidos e Canadá), mas, dada a sua actual distribuição, é tida como planta cosmopolita. Cresce em áreas húmidas e prefere solos calcários (Fonte).
(Lugar e data: Parque da Paz - Almada; 07-Junho-2010)
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Língua-de-cão (Cynoglossum creticum)


(Aspecto geral)

(Ramo com folhas e flores)

(Flores - pormenor)

(Frutos - pormenor)

Língua-de-cão, Cinoglossa-de-flor-listradaOrelha-de-lebre são as designações vulgares desta planta da família Boraginaceae, com o nome científico de Cynoglossum creticum Mill. Distribui-se pela Europa meridional, Ásia central e ocidental e, em geral, pela Região Mediterrânica (Fonte).
Em Portugal, ocorre sobretudo no centro e sul do território do continente e no arquipélago dos Açores, em terrenos de pousio e à margem de estradas e caminhos. 
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 24-Maio-2010);
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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Tasneira (Senecio jacobaea)


Da família Asteraceae, esta planta, designada vulgarmente por Tasneira, Tasna, ou Erva-de-São-Tiago (Senecio jacobea L.) é considerada originária da Europa e da Ásia, mas encontra-se amplamente distribuida por outros continentes.
Ocorre com frequência em Portugal, não só em terrenos húmidos,  mas também em prados e pastagens e à beira dos caminhos. Embora se trate de uma planta muito visitada por insectos, que dela se alimentam, é pouco apreciada por criadores de gado por se tratar de uma planta tóxica que pode causar danos aos animais que, eventualmente, dela se alimentem. Em vários países é considerada planta nociva e nalguns estados australianos é obrigatória a sua erradicação (Fonte).
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Dedaleira-amarela (Digitalis thapsi)

Dedaleira-amarela (Digitalis thapsi L.)
Também designada por Abeloura-amarela, esta planta, da família Plantaginaceae, ou, seguindo a classificação tradicional, da família Scrophulariaceae, é considerada um endemismo ibérico, embora seja cultivada noutras paragens, como planta ornamental. Em Portugal, é possível encontrá-la no Alto-Alentejo, Beiras (Alta e Baixa), Trás-os-Montes e Minho, geralmente em terrenos secos e rochosos e, frequentemente, nas fendas de rochas graníticas (como é caso das fotografadas). Tal como a sua congénere Digitalis purpurea, a Digitalis thapsi também é usada em fitoterapia, como cardiotónico, mas com o uso destas plantas todo o cuidado é pouco, pois são tóxicas.
(Local e data: Rapoula do Côa - Sabugal; 13-Junho-2010)
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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Flor-de-ouro (Bellardia trixago)

Bellardia trixago (L.) All.
Confesso que, desta feita, não consegui perceber a razão da atribuição a esta planta, da família Scrophulariaceae, da designação comum de Flor-de-Ouro, quando de ouro não se vêem sinais, mas é o que dizem os livros (este e não só). Distribui-se, em geral, por toda a região mediterrânica e em Portugal ocorre pela maior parte do território do continente, em terrenos secos, cultivados ou incultos, e também à beira de caminhos. Ao que leio, não gosta de grandes altitudes (acima dos 1300 m), mas, como é sabido, não é caso único, nem raro.
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 26-Abril-2010)
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Adenda:
Com o tempo acabei por compreender a designação vulgar de "Flor-de-ouro". A espécie, pelos vistos, pode apresentar, quer flores brancas com o lábio superior rosado, como no caso do exemplar da fotografia, quer flores inteiramente amarelas. E, já agora acrescente-se que a designação científica mais comummente divulgada é a de Bartsia trixago L., sendo a acima indicada aceite como sinónimo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ranúnculo-aquático (Ranunculus peltatus)

(1)

(2)
                                 
(3)
Como o nome vulgar indica, o Ranúnculo-aquático (Ranunculus peltatus Schrank), da família Ranunculaceae, desenvolve-se em meio aquático, em águas paradas, ou em cursos de água com correntes não muito fortes, onde a planta flutua, em grande parte, submersa. Dispõe de folhas à superfície, em regra, pouco numerosas (visíveis na foto 3) e de folhas submersas sob a forma de filamentos (também visíveis na mesma foto). À superfície surgem também as flores (foto 4, em baixo).
Em condições favoráveis, forma grandes massas flutuantes (fotos 1 e 2), particularmente, nos cursos de água. Em tempos que já lá vão, nalgumas regiões em que é abundante, esta planta era utilizada como fertilizante das terras, na altura das plantações (de batata, por exemplo). Actualmente forma excelentes plataformas para as rãs exercitarem as cordas vocais, enquanto tomam banhos de sol.
(4)
(Local: Rio Côa - Rapoula do Côa - Sabugal)
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domingo, 4 de julho de 2010

Cardo-corredor (Eryngium campestre)



Cardo-corredor (Eryngium campestre L.)
Também designado vulgarmente por Cardo-de-palma, esta planta, da família Apiaceae, distribui-se pela Europa ocidental e meridional, norte de África e Médio Oriente. A sua distribuição em Portugal cobre praticamente todo o país, ocorrendo sobretudo em terrenos secos e pouco pesados, mais favoráveis ao desenvolvimento das suas raízes compridas. É uma planta pouco estimada por criadores de gado, pois surge, com frequência, em pastagens de sequeiro e os seus muitos espinhos impedem que os animais aproveitem a erva que tenha despontado nas áreas infestadas pela planta. Este cardo, porém, também tem virtudes: as suas raízes e as folhas enquanto tenras são comestíveis e (o que é mais importante) as suas raízes são o habitat do cogumelo Pleurotus eryngii, de grande valor culinário (Fonte).
(Local e data: Rapoula do Côa - Sabugal; 15- Junho-2010)
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sábado, 3 de julho de 2010

Esporas-bravas (Linaria triornithophora)

(Aspecto geral da planta)

(Caule e folhas - pormenor)

(Inflorescência)


(Flor - pormenor)
Esta planta, da família Scrophulariaceae, com a designação vulgar de Esporas-bravas [Linaria triornithophora (L.)  Willd.] é um endemismo ibérico. Em Portugal, ocorre no centro e norte do território. Não sendo apenas uma planta ripícola,  desenvolve-se geralmente em zonas húmidas e sombrias, especialmente em vales apertados de montanha. Distingue-se de outras espécies de linaria, pela dimensão das suas flores ((35-45 mm) de violeta púrpura (Fonte) e também pela altura que pode atingir em condições favoráveis (entre 50 cm  e 1m, segundo as que me foi dado observar).
(Locais e data: Mata da Margaraça e Fraga da Pena - Serra do Açor; 11-Junho-2010)
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Alho-das-vinhas (Allium vineale)

Alho-das-vinhas (Allium vineale L.)
Planta da família Alliaceae, nativa da Europa, do norte de África e  do oeste da Ásia, também é designado por Alho-silvestre. Ocorre, quer em terrenos incultos, quer cultivados, sendo neste caso considerado muitas vezes como planta daninha a erradicar. Introduzido na  Austrália e na América do Norte, é ali considerado como espécie invasora.
Na imagem, inflorescência da planta que, no exemplar fotografado, não apresenta qualquer flor, mas apenas bolbilhos aéreos, facto que parecendo contraditório, não é, no entanto, caso raro, não se considerando o facto como tendo relevância taxonómica (Fonte). Ao que se afirma, na mesma fonte,  o Alho-das-vinhas "pode ser utilizado como substituto do alho comum".
(Local e data: Sabugal; 23-Junho-2010)
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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Selo-de-salomão (Polygonatum odoratum)


Selo-de-salomão [Polygonatum odoratum (Mill.) Druce]
Planta da família Ruscaceae é considerada originária da Europa e da Ásia. Segundo os sítios consultados, o Selo-de-salomão dá-se bem em terrenos húmidos e sombrios, o que é confirmado pelo local (Mata da Margaraça - Serra do Açor) onde a fotografei. Pelo que vejo, é uma planta tóxica.
(Sinónimos: Convallaria polygonatum sensu Brot.; Polygonatum ambigum Link; Polygonatum odoratum (Mill.) Druce var. ambiguum (Link) Rothm. et P. Silva; Polygonatum officinale All.; Polygonatum officinale All. var. ambigum (Link) Henriq.; Polygonatum vulgare Desf.)
(Local e data: Mata da Margaraça; 11-Junho-2010)
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Hipericão-do-gerês (Hypericum androsaemum)


O Hipericão-do-gerês (Hypericum androsaemum L.) também designado por  Androsemo,  Erva-da-pedraErva-mijadeira é uma planta da família Hypericaceae, distribuindo-se pela Europa ocidental e do sul até ao Próximo Oriente. Ocorre em vales húmidos e até frequentemente no curso de pequenos regatos. Em Portugal, a sua distribuição encontra-se limitada a algumas regiões no centro e  norte do país.
Tem aplicação em fitoterapia, sendo indicado no tratamento de doenças hepáticas, sob a forma de infusão das suas partes floridas.
(Local e data: Mata da Margaraça - Serra do Açor; 11-Junho-2010)
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terça-feira, 22 de junho de 2010

Plantas ornamentais: Ave-do-paraíso (Strelitzia nicolai)

(Strelitzia nicolai Regel & K.Koch)
Esta planta da família Strelitziaceae, originária da região nordeste da Província do Cabo (África do Sul) foi introduzida noutras regiões do globo como planta ornamental. Em Portugal, é conhecida pelo nome comum Ave-do-paraíso.
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sábado, 19 de junho de 2010

Azedas (Rumex acetosa)

Azedas (Rumex acetosa L.)
Esta planta, da família Polygonaceae, é também conhecida por outros nomes vulgares tais como Erva-vinagreira e Vinagreira. Na minha região, todavia, onde se encontra com frequência, é conhecida pela designação de Azedas e é como tal que pessoalmente a conheço.  Distribui-se pela Europa, Ásia e América do Norte e surge habitualmente em terrenos húmidos. Em Portugal surge sobretudo no território a Norte do Tejo, em zonas de "lameiros". 
As suas folhas são comestíveis, mesmo em natureza e embora algo ácidas têm um sabor muito agradável. Tal é, pelo menos, a recordação que guardo da sua degustação, nos tempos da minha infância e juventude.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Espadana-de-água (Sparganium erectum)

(A planta)

(Inflorescências masculinas (mais pequenas, em cima) e femininas]
A Espadana-de-água (Sparganium erectum L.) é uma planta da família Sparganiaceae, nativa da Europa, Ásia e Norte de África e, alegadamente encontra-se também naturalizada na Austrália. É uma planta tipicamente ripícola, surgindo geralmente nas margens lodosas de cursos de água.
[Local e data: Rio Côa - Rapoula do Côa  (Sabugal); 15 e 16-Junho-2010]
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Labaça-crespa (Rumex crispus)

(A planta)

(Pormenor)
Considerada originária da Europa e da Ásia Ocidental,  a Labaça-crespa (Rumex crispus L.) (planta da família Polygonaceae) encontra-se naturalizada em muitas outras regiões do mundo, desde a América do Norte e América do Sul até à Nova Zelândia e  Austrália, sendo nalgumas dessas regiões considerada como planta invasora (Fonte). Em Portugal distribui-se por todo o território. Prefere terrenos húmidos, como relvados e lameiros, gostos que, aliás, partilha com outras espécies do mesmo género (Rumex).
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Junção (Cyperus eragrostis)


Junção (Cyperus eragrostis Lam.)
Originária da América do Sul, esta planta da família Cyperaceae, foi introduzida na Europa e também em Portugal, provavelmente, para fins ornamentais, dado que é frequente encontrá-la a desempenhar essa finalidade em parques e jardins. Encontra-se naturalizada em Portugal, surgindo espontânea em relvados e em terrenos húmidos. Embora naturalizada, não deixa de lhe ser atribuído potencial invasor.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Hipericão ( Hypericum perforatum)

 (A planta)

(A flor)

Planta da família Clusiaceae, o Hipericão (Hypericum perforatum L.) também designado por Erva-de-são-joão e Milfurada, é originário da Europa, Ásia e Norte de África, tendo sido introduzido na América do Norte, onde se encontra naturalizado. Em Portugal distribui-se por todo o território, onde ocorre, principalmente, em terrenos incultos, desenvolvendo-se mesmo em terrenos com pouca humidade. É também frequente encontrar-se à beira dos caminhos. Floresce de Maio a Outubro.
É usado em fitoterapia, sendo indicado no tratamento de situações de ansiedade, depressão e agitação, bem como no tratamento exterior de queimaduras ligeiras e de mialgias.
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domingo, 6 de junho de 2010

Bico-de-pomba-menor (Geranium molle)


(Foto 1: Aspecto geral)

(Foto 2: Folhas - pormenor)

(Foto 3:  Flor - pormenor)
Designada entre nós por Bico-de-pomba-menor, esta planta da família Geraniaceae, com a designação científica de Geranium molle L., é originária da Europa e da Ásia, tendo sido introduzida na América do Norte, onde, nalgumas regiões, é actualmente considerada planta daninha.
É uma planta vulgar em Portugal, onde se distribui por todo o território, encontrando-se com frequência à beira dos caminhos (v. foto 1). Tal facto é tão vulgar que a planta até é designada em Espanha por  Geranio de los caminos. Normalmente encontra-se associada a outras plantas do mesmo género (Geranium), e designadamente ao Geranium rotundifolium, do qual nem sempre é fácil distingui-la, pois as folhas das  duas plantas apresentam claras semelhanças. Dissemelhantes são, no entanto, as flores, pois as pétalas da flor do Geranium rotundifolium não apresentam o entalhe profundo das pétalas da flor do Geranium molle.
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Queiró (Erica umbellata)

(Aspecto geral)

(Flores - pormenor)
Respondendo pelos nomes de Queiró, Queiroga, Torga e Urze, esta planta da família Ericaceae (com a designação científica de Erica umbellata Loefl. ex L.; sinErica umbellata L. subsp. major (Willk.) P. Silva et Teles;  Erica umbellata L. var. subcampanulata Benth. )  distribui-se pela metade ocidental a Península Ibérica e pelo Noroeste de África.
Vê-la feliz, é nas encostas pouco húmidas, ou mesmo áridas, de solos predominantemente xistosos, mesmo que aí tenha que sofrer a concorrênca de outros arbustos (como a esteva, a carqueja ou os tojos) ou mesmo de árvores, como os pinheiros e eucaliptos.
Floresce de Março a Agosto.
(Local e data: Troviscal - Sertã; 19-Maio-2010)
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Aipo-dos-cavalos (Smyrnium olusatrum)

(Aspecto antes da floração)

(Durante a floração)

(Pormenor da folha)

(Inflorescência)

O Aipo-dos-cavalos, ou Salsa-de-cavalo (Smyrnium olusatrum L.) é uma planta da família Apiaceae, originária da Europa meridional (Grécia, Itália, França, Portugal, Espanha e países da ex-Jugoslávia) do Norte de África (Marrocos, Argélia e Tunísia) e da Ásia (Turquia, Chipre, Israel, Líbano e Síria) (Fonte).
A planta encontra-se, no entanto, mais amplamente difundida, até porque é usada como planta ornamental. Como planta espontânea desenvolve-se sobretudo em relvados húmidos e à beira de caminhos onde haja alguma humidade. Estão neste último caso as plantas fotografadas.
Ao que parece, a sua designação, em vernáculo, fica a dever-se ao facto de ser muito apreciada, enquanto alimento, pelos cavalos (Fonte).
Para além da sua utilização como planta ornamental e como alimento para animais, as folhas jovens e os rebentos também podem ser usados como legumes e como aromatizantes na alimentação humana (Fonte).
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