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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Lavatera mauritanica subsp. davaei

  







Lavatera mauritanica subsp. davaei (Cout.) Cout.*
Erva anual ou bienal, densamente estrelado-tomentosa, com caule erecto, simples ou ramificado; folhas alternas, mais (as inferiores) ou menos (as superiores) longamente pecioladas, com limbo suborbicular ou cordado, com 5 a 7 lóbulos com rebordo crenado-dentado; flores (2 a 6) agrupadas em fascículos axilares, geralmente densos, com pedúnculos mais curtos que o pecíolo da folha axilante; epicálice, mais curto que o cálice, com 3 peças obtusas ou ligeiramente apiculadas, livres quase até à base; cálice com cinco sépalas ovado-triangulares, agudas, acrescentes na frutificação; corola com 5 pétalas levemente emarginadas, rosado-violáceas, com 3 a 4 veias de cor púrpura; fruto (esquizocarpo) formado por 7 a 9 mericarpos pubescentes.
Tipo biológico: terófito; hemicriptófito;
Família: Malvaceae;
Distribuição: endemismo ibérico, com ocorrência circunscrita ao Leste e Sul de Espanha e ao Sudoeste de Portugal (Algarve e Baixo Alentejo).
Ecologia/habitat: em areias depositadas por entre rochas calcárias, em arribas litorais.
Floração: de Março a Junho. 
* Sinonímia: Lavatera davaei (Boiss. & Reut.) P. Cout. (basónimo)
Nota: incluída na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental como planta ameaçada. Categoria de ameaça IUCN : "Vulnerável".
[Local e data do avistamento: Cabo de S. Vicente (Algarve) (na imagem infra); 9 - Março - 2017]




domingo, 14 de outubro de 2018

Malva-de-flores-pequenas (Malva parviflora)









Malva-de-flores-pequenas (Malva parviflora L.)
Erva anual, em geral com caule único, erecto, com 10 a 75 cm; folhas longamente pedunculadas, aproximadamente cordiformes, com 5 a 7 lóbulos pouco profundos; flores pequenas (5 a 10 mm de diâmetro) agrupadas em fascículos axilares, com epicálice formado, em geral, por 3 peças estreitas lineares, inteiramente livres entre si; cálice formado por sépalas claramente acrescentes na frutificação; e corola com pétalas que podem ser de cor azul ou lilás pálido ou esbranquiçadas; fruto (esquizocarpo) normalmente com 10 mericarpos com o dorso reticulado.
Tipo biológico: terófito:
Família: Malvaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica, Sul e Sudoeste da Ásia e Macaronésia.
Em Portugal ocorre como espécie autóctone, quer no território do Continente, quer no arquipélago da Madeira e como espécie introduzida no arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: planta ruderal e arvense ocorre em campos cultivados ou incultos, baldios, bermas de estradas e caminhos, em solos mais ou menos nitrificados a altitudes até 900m.
Floração: de Março a Agosto.
(Local e data dos avistamentos: Almada; Abril/Maio - 2018)

sábado, 9 de julho de 2016

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Recapitulando: Lavatera maritima


Lavatera maritima Gouan
Família: Malvaceae;
Mais informação: aqui.
(Lugar e data:  arribas do Cabo Espichel a poente do Forte do Cavalo - Sesimbra; 23 - Abril - 2016)
(Clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Abutilon theophrasti

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Abutilon theophrasti Medik.
Erva anual (tipo biológico: terófito) com caules erectos, ramificados na parte superior, que podem atingir até cerca de 150cm. de altura; folhas mais ou menos cordadas; flores com pétalas amarelas, solitárias ou agrupadas em pequenas cimeiras, emergindo, num caso e noutro, a partir das axilas das folhas superiores. O fruto é um esquizocarpo com 10 a 20 mericarpos hirsutos que vão escurecendo ao longo da maturação.
Família:Malvaceae;
Distribuição: espécie originária do Sul da Ásia, introduzida e naturalizada nas regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, na Região Mediterrânica e no Sudeste da Europa, sendo frequentemente considerada como planta daninha. Em Portugal, onde surge como  subespontânea, a ocorrência desta espécie estará, por enquanto, limitada ao Ribatejo. 
Ecologia/habitat: campos cultivados e incultos; margens de cursos de água, a altitudes até 1000m.
Floração: de Agosto a Setembro.
(Fonte utilizada: Flora Iberica)
[Local e datas: Paul do Boquilobo; 21 - Agosto - 2015 (fotos 1, 4, 6 e 7); 10 -Setembro - 2015 (fotos 2, 3, 5 e 8)]

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Alteia (Althaea officinalis)

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Alteia * (Althaea officinalis L.)
Erva perene com caules erectos, simples, ou escassamente ramificados, que podem atingir até 150cm. 
Família: Malvaceae;
Distribuição: presente em grande parte da Europa. Em Portugal tem distribuição limitada ao território do Continente (Algarve,  Ribatejo, Beira Litoral, Estremadura e Douro Litoral)
Ecologia/habitat: lugares húmidos em geral, designadamente e sobretudo nas margens de cursos de água, a altitudes até 1200m.  
Floração: por regra, de Maio a Julho, podendo, eventualmente, ocorrer até Outubro. 
Fitoterapia: Planta com largo campo de aplicações em fitoterapia. Principais indicações: tosse; bronquite; inflamações orofaríngeas e gastrites.
* Outros nomes comuns: Malvaísco;  Malva-brancaMalva-do-pântano
[Locais e datas: Reserva do Paul do Boquilobo; 21 - Agosto - 2015 (fotos 3, 7 e 8); 10 - Setembro - 2015 (fotos 5 e 6); Quinta do Alviela - São Vicente do Paul; 10 - Setembro - 2015 (fotos 1, 2 e 4)]

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Algodão-da-praia (Thespesia populnea)







Algodão-da-praia [Thespesia populnea ( L. ) Sol. ex Corrêa]
Arbusto ou pequena árvore (3 a 10 m) da família Malvaceae . É uma espécie avistada frequentemente nas zonas costeiras das regiões tropicais. A sua madeira é utilizada para vários fins, designadamente para fabrico de móveis e diversos instrumentos, mas a sua importância económica deriva mais do facto de ser usada como planta ornamental e para estabilizar dunas costeiras, dado ter a capacidade de prosperar em solos arenosos e salgados e de resistir bem aos ventos marítimos,
No Brasil, onde está presente como espécie introduzida, é designada por "Algodão-da-praia", ou "Algodoeiro-da-praia".
(Local e data: Hikkadduwa - Sri Lanka; 24 - Agosto - 2014)
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Lavatera maritima







Lavatera maritima Gouan
Pequeno arbusto (tipo biológico: caméfito) com 30 a 150 cm de envergadura, com caule muito ramificado, todo ele coberto por tomento denso, esbranquiçado; folhas tri ou pentalobadas, com lóbulos pouco profundos e arredondados; flores, em geral, solitárias, axilares, com pedúnculos mais compridos do que o pecíolo das folhas respectivas, com pétalas de cor rosa pálido, mas com a unha de cor púrpura.
Família: Malvaceae;
Ecologia/ habitat: matagais, ribanceiras e arribas litorais, em terrenos muito secos e pedregosos, algo perturbados, sobre substrato calcário ou margoso.
Distribuição: Região Mediterrânica Ocidental (Península Ibérica, França, Itália, Córsega, Sardenha, Tunísia  Argélia  e Marrocos). Presente também em Portugal, onde é, no entanto, espécie muito rara. Segundo o portal da APBotânica (Flora.On) existe apenas "nas arribas marítimas do Cabo Espichel até Arrábida". 
Floração: de Janeiro/Fevereiro a Junho.
(Local e data: arribas do Cabo Espichel a poente do Forte do Cavalo - Sesimbra; 29 - Janeiro - 2014)