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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Plantas ornamentais: Iris unguicularis




Iris unguicularis Poir.*
Erva perene, rizomatosa, com rizoma fino; folhas lineares, ensiformes que podem atingir até cerca de 50cm; caule inexistente ou muito curto, tendo, em contrapartida, as flores (solitárias) um tubo coralino que pode ser confundido com o caule, com 6 a 28 cm de comprimento.
Tipo biológico: geófito;
Família: Iridaceae.
Distribuição: Planta nativa do Mediterrâneo Oriental e do Norte de África, é, no entanto, cultivada actualmente noutras regiões temperadas, para fins ornamentais,sendo utilizada, sobretudo, em jardins.
Floração: floresce a partir do final do Inverno e durante boa parte da Primavera.
*Sinonímia: Siphonostylis unguicularis (Poir.) Wern.Schulze.
[Local e data do avistamento: Jardim da Gulbenkian  (Lisboa); 10 - Janeiro - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 4 de agosto de 2019

Exótica e invasora: Háquea-picante (Hakea sericea)






Háquea-picante * (Hakea sericea Schrad.)
Arbusto ou pequena árvore com copa irregular que pode atingir até 5 ou 6 metros de altura: folhas em forma de agulha, fortes, aguçadas; frutos lenhosos com 2 sementes aladas que, com frequência, permanecem no interior do fruto, sendo apenas libertadas quando a planta " é queimada ou morre" (fonte). 
Tipo biológico: fanerófito;
Família: Proteaceae;
Distribuição: originária do Sul da Austrália, encontra-se naturalizada em Portugal, como em vários outros países, onde foi introduzida sobretudo para utilização na formação de sebes vivas e também para fins ornamentais.
Ecologia/habitat: em Portugal, onde é considerada espécie invasora, distribui-se por boa parte do território do Continente, colonizando sobretudo sebes, bermas de estradas e caminhos, baldios e outros locais perturbados, bem como zonas florestais, apresentando-se particularmente "agressiva em áreas afectadas por incêndios florestais" (fonte).
Floração: de Janeiro a Abril.
* Outros nomes comuns: Háquea-espinhosa; Salina; Espinheiro-bravo.
(Local e data do avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 1 - Julho - 2019)

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Chuchu-do-mato (Araujia sericifera)











 
Chuchu-do-mato * (Araujia sericifera Brot.**)
Planta trepadeira lenhosa, volúvel (liana ou cipó) que pode atingir cerca de 10m.
Tipo biológico: Fanerófito;
FamíliaApocynaceae (anteriormente: Asclepiadaceae )
Distribuição: a espécie é nativa das regiões sub-tropicais da América do Sul, tendo sido introduzida, para fins ornamentais, em várias regiões temperadas do globo, onde se naturalizou e onde, algumas vezes, se comporta como planta invasora. Também terá sido introduzida em Portugal para para idênticos fins, em data incerta, encontrando-se  naturalizada, quer nos Açores e Madeira, quer no Continente, onde, no entanto, não parece ser, nem muito comum, nem apresentar comportamento invasor. 
Ecologia/habitat: clareiras e orla de matas;
Floração: decorre em Portugal de Junho a Setembro.
* Outras designações comuns: Planta-cruel; Pepino-de-seda; Timbo.
** O nome genérico Araujia foi criado pelo descritor, o botânico português Félix de Avelar Brotero (Brot.) em homenagem a outro português,  António de Araújo e Azevedo, político, diplomata e cientista, nascido em Ponte de Lima, em 14 de Maio de 1754, e falecido no Rio de Janeiro, em 21 de Junho de 1817
[Local e datas: Mata Nacional do Escaroupim (concelho de Salvaterra de Magos); 12 - de Junho / 7 de Julho - 2015]

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Plantas ornamentais: Frésia (Freesia refracta)

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Frésia [Freesia refracta (Jacq.) Klatt]
Erva perene, bulbosa, com bolbo cónico ou ovoide; caule liso, erecto, em geral ramificado, com 15 a 40 cm de altura; folhas (7 a 10) linear-lanceoladas,  erectas, com o nervo central bem visível; flores com tépalas esbranquiçadas, verdes, amareladas ou de cor púrpura; as inferiores com manchas alaranjadas, flores que surgem agrupadas (3 a 10) em inflorescências especiformes, horizontais ou decumbentes; fruto com a forma  de cápsula trilobulada, com a superfície lisa ou papilosa.
Tipo biológico: Geófito;
Família: Iridaceae;
Distribuição: Tal como as restantes espécies do género Freesia (pouco mais que uma dezena) também a Freesia refracta é originária da África austral, e, designadamente, da África do Sul e, à semelhança das suas congéneres, também  é largamente cultivada e utilizada como planta ornamental, encontrando-se, por via desse uso, naturalizada em variadas partes do globo.
Em Portugal, onde as plantas do referido género também são usadas para fins ornamentais, só a Freesia refracta se encontrará naturalizada e ocorrerá apenas no Algarve, Alto Alentejo e Estremadura.. Tal é, pelo menos, o entendimento da Flora Iberica.
Ecologia/habitat: terrenos algo perturbados, com frequência, na proximidade de aglomerados urbanos.
Floração: de Fevereiro a Maio.
[Locais e datas: Serra de Monchique; 10 - Março -2016 (fotos 1, 3, 4 e 7 ); 23 - Maio - 2016 (fotos 5 e 6);  Loulé (concelho); 11 - Março - 2016 (Foto 2)]