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sábado, 30 de novembro de 2019

Sapinho-das-areias (Spergularia marina)

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Sapinho-das-areias [Spergularia marina (L.) Besser*]
Erva anual, bienal ou vivaz de vida curta, completamente glabra, eventualmente, glanduloso-pubescente na inflorescência; com caules prostrados ou ascendentes, podendo atingir até 35 cm; folhas lineares, carnudas mucronadas; estípulas curtas; flores com pétalas rosadas no ápice, brancas na base, raras vezes inteiramente brancas; estames: 1 a 6, ou até 8, ocasionalmente; cápsula com comprimento superior ao das sépalas; sementes castanho-claras, aladas e ápteras à mistura, ou apenas ápteras, ou excepcionamente todas aladas.
Tipo biológico: terófito; hemicriptófito.
Família: Caryophyllaceae;
Distribuição: planta subcosmopolita, presente em grande parte do hemisfério Norte.
Em Portugal ocorre, quer no território do Continente, quer nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Ecologia/habitat: areais costeiros, sapais, terrenos perturbados junto ao mar e zonas salgadas no interior, a altitudes até 1300 m.
Floração: de Fevereiro a Novembro.
*Sinonímia: Arenaria rubra var. marina L. (Basónimo); Spergularia salina J. Presl et K. Presl.
[Locais e datas: Praia da Foz (Alfarim - Sesimbra); 13 - Maio - 2019 (Fotos 1, 7 e 8) e Lagoa dos Salgados - Algarve; 9 -Março - 2019 (fotos restantes)]
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terça-feira, 16 de julho de 2019

Sagina saginoides





Sagina saginoides (L.) H.Karst. *
Erva perene, de reduzidas dimensões (3 a 12 cm) com caules numerosos, procumbentes, pouco ou nada ramificados; folhas lineares, as basais eventualmente falciformes; flores pentâmeras, com pétalas brancas, semelhantes às sépalas em comprimento, solitárias, dispostas no extremo de compridos pedicelos.
Tipo biológico: hemicriptófito;
FamíliaCaryophyllaceae;
Distribuição: encontra-se presente na Europa, Sudoeste da Ásia, Noroeste de África, América do Norte e Gronelândia.
Em Portugal está confinada à Serra da Estrela (Beira Alta e Beira Baixa), aparentemente a altitudes acima de 1700m.
Ecologia/habitat: turfeiras e prados húmidos em zonas de montanha, a altitudes entre 950 e 3000m.
Floração: de Abril a Setembro.
* Sinonímia: Spergula saginoides L. (Basónimo)
Nota complementar: Incluída na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental, na  categoria "Em Perigo".
(Local e data do avistamento: Serra da Estrela; 11- Julho - 2019)
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Stellaria graminea








Stellaria graminea L.
Erva vivaz, rizomatosa, glabra; caules com 15 a 50 cm, ascendentes, ramificados e com frequência entrelaçados com outras ervas circundantes; folhas sésseis, lineares ou oblongo-lanceoladas, 4 a 15 vezes mais compridas que largas; flores com (5) pétalas brancas, profundamente bipartidas, cujo comprimento excede, em geral, o das sépalas.
FamíliaCaryophyllaceae;
Tipo biológico: hemicriptófito:
Distribuição: espécie nativa da Europa e Ásia. Introduzida na América do Norte.
Em Portugal ocorre como planta autóctone no território do Continente, mas apenas em algumas regiões: Alto Alentejo, Beira Baixa, Beira Alta, Beira Litoral, Douro Litoral, Minho e Trás-os-Montes. Inexiste, quer no arquipélago da Madeira, quer no arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: locais húmidos e sombrios a altitudes até 2000m.
Floração: de Maio a Agosto.
[Local e datas: Sabugal (concelho); 15/20 - Junho - 2013]
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Spergularia rupicola

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Spergularia rupicola Lebel ex Le Jol.
Erva perene, com raiz grossa e cepa lenhosa; caules, com 5 a 35cm, glanduloso-pubescentes, enraizantes nos nós;  folhas aproximadamente lineares, carnudas, mucronadas; estípulas triangulares, acuminadas (cfr. 6); pedicelos com cerca de 1 cm, em geral mais compridos que as flores, estas com pétalas rosadas, aproximadamente iguais, em comprimento, às sépalas; estames: 10; fruto constituído por cápsula ovóide, em geral, superior, em tamanho, às sépalas (cfr. foto 4): sementes castanho-escuras, tuberculadas, ápteras (cfr. foto 10). *
Tipo biológico: caméfito;
Família: Caryophyllaceae;
Distribuição: costa atlântica da Europa.
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente.
Ecologia/habitat: escarpas, rochedos e terrenos pedregosos junto ao litoral atlântico.
Floração: ao longo de boa parte do ano, mas com maior intensidade de Abril a Agosto.

* O hábito desta espécie é muito semelhante ao da congénere Spergularia australis e,  para aumentar a dificuldade de identificação, acontece que o habitat de ambas as espécies é, pelo menos, parcialmente coincidente. Para as distinguir, a Flora Iberica recomenda que se atente sobretudo nas sementes de uma e de outra, pois as da S. australis são negras (e não castanho-escuras), lisas (e não tuberculadas), apresentando frequentemente asas estreitas ou rudimentares.
[Local e datas: Serra da Arrábida; 20 - Abril - 2017 (foto 11); 14 - Janeiro - 2019 (fotos restantes)]
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Orelha-de-rato (Cerastium glomeratum)







Orelha-de-rato (Cerastium glomeratum Thuill.)
Erva anual, densamente pilosa, com pêlos glandulosos e não glandulosos; caules erectos ou ascendentes que podem atingir até 50cm; folhas opostas, sésseis, obtusas; flores pentâmeras (com pétalas brancas com entalhes profundos; 10 estames; e 5 estilos) agrupadas em cimeiras dicotómicas densas; frutos (cápsulas) com cerca do dobro do comprimento do cálice. 
Tipo biológico: terófito:
Família: Caryophyllaceae;
Distribuição: planta cosmopolita.
Planta muito comum em Portugal estando presente, como espécie autóctone, em todo o território do Continente bem como no arquipélago da Madeira. Ocorre também no arquipélago dos Açores mas como espécie introduzida.
Ecologia/habitat: planta ruderal e arvense, encontra-se em relvados, campos cultivados e incultos, bermas de estradas e caminhos e noutros locais alterados por acção do homem, a altitudes até 2000m. Indiferente à composição do solo.
Floração: de Fevereiro a Julho.

domingo, 28 de outubro de 2018

Stellaria holostea


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Stellaria holostea L.
Erva perene, rizomatosa, com  caules erectos, com 15 a 30 cm; folhas sésseis, lineares ou lanceoladas; inflorescências com 2 a 10 flores com pétalas brancas, bífidas, com cerca do dobro do comprimento das sépalas; frutos em forma de cápsula globosa.
Tipo biológico:Caméfito;
FamíliaCaryophyllaceae;
Distribuição: Europa; Norte de África e Oeste da Ásia. Introduzida e naturalizada na América do Norte. 
Em Portugal ocorre apenas na metade norte do território do Continente (Beira Alta; Beira Litoral, Douro Litoral, Minho e Trás-os-Montes).
Ecologia/habitat: sebes;  orla e clareiras de bosques e matagais, a altitudes até 1800m.
Floração: de Março a Julho.
[Locais e datas dos avistamentos; Moimenta da Beira; 26 - Junho - 2018 (fotos 1, 2, 3, 4 e 6); Serra da Nogueira (Trás-os-Montes); 4 - Junho - 2018 (fotos restantes)]
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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Sapinho-roxo (Spergularia purpurea)





 




 Sapinho-roxo (Spergularia purpurea (Pers.) G. Don) 
Erva anual (por vezes bienal?) com raiz vertical e delgada; caules gráceis, numerosos, prostrados ou erectos, com 2 a 25 cm; folhas lineares, aristadas ou mucronadas; estípulas lanceoladas, acuminadas, prateadas;  inflorescências glanduloso-pubescentes com brácteas superiores pequenas, embora mais compridas que as estípulas; pedicelos capilares (muito mais compridos do que as sépalas ou que as cápsulas);  flores com pétalas de cor (uniforme) púrpura, mais compridas que as sépalas; estames: 10; cápsula  com tamanho igual ao das sépalas ou um pouco mais comprida; sementes ápteras, negras ou  castanho-escuras.
Tipo biológico: terófito.
Família: Caryophyllaceae;
Distribuição: Península Ibérica e Marrocos. 
Em Portugal ocorre em todas as regiões do território do Continente. Inexistente, quer nos Açores, quer na Madeira. 
Ecologia/habitat: terrenos arenosos, siliciosos, incultos, em pastagens, bermas de estradas e caminhos, a altitudes até 1600m. Planta não halófila.
Floração: de Março a Setembro.
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