quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Feto-arbóreo-da-Austrália (Dicksonia antarctica)

Feto-arbóreo-da Austrália, ou Feto-arbóreo-da-Tasmânia (Dicksonia antarctica Labill. )

Esta planta da família Dicksoniaceae é originária da Austrália e Tasmânia, tendo, no entanto, sido introduzida em muitas outras regiões tropicais e temperadas, incluindo a Europa e cultivada como planta ornamental. Para se desenvolver, requer solos ricos em matéria orgânica e locais húmidos e abrigados.
(Local: Mata do Buçaco)
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Árvores de fruto: marmeleiro (Cydonia oblonga)

(Marmeleiro em flor)

(Flor - pormenor)

(A mesma árvore com frutos imaturos)

(Frutos maduros)

O Marmeleiro [Cydonia oblonga Mill. sin: Cydonia communis Loisel. var. lusitanica (Mill.) Loisel.; Cydonia lusitanica Mill.; Cydonia lusitanica (Mill.) Asch. et Graebn.] é uma árvore, geralmente, de pequena dimensão, da família Rosaceae. Considerada como originária da Ásia Central, Cáucaso e norte do Irão, é actualmente cultivada, para aproveitamento dos frutos (marmelos) em todas as regiões temperadas do mundo.
Em Portugal, onde também é cultivado, quer para fins comerciais e/ou industriais, quer para consumo doméstico (raro será o quintal, ou horta onde não haja um exemplar) o Marmeleiro também surge como planta subespontânea, encontrando-se com frequência em terrenos incultos (caso da planta das imagens) e à margem de estradas e caminhos. E também não é incomum encontrá-lo a servir de sebe viva nas extremas de terrenos agrícolas.
Os marmelos, embora um tanto ácidos, são frutos com sabor muito agradável que podem ser consumidos, quer crus (não muito frequentemente dada a sua acidez) quer cozidos ou assados, sendo também utilizados como acompanhamento, aliás, excelente, para pratos de carne. Falta dizer que a polpa dos frutos é usada para o fabrico, industrial, ou caseiro, da marmelada.
O que se deixa dito não é novidade. Porém, já não será do conhecimento geral que as pétalas das flores do marmeleiro são também comestíveis  e que têm um sabor agradável. Na minha infância, fiz muitas vezes essa experiência.
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domingo, 5 de dezembro de 2010

Cogumelos: Helvella crispa

Pegando nas palavras da Anabela sobre a diversidade da vida, escritas num comentário ao "post" anterior, faço hoje uma incursão pelo Reino dos Fungos onde se incluem os Cogumelos, que, pelos vistos, mais não são que frutificações de alguns fungos das divisões Basidiomycota e Ascomycota (sei-o agora). E tão grande é a diversidade que, pese embora os meus frequentes passeios pelo campo, só muito recentemente encontrei a espécie reproduzida na imagem da família Helvellaceae e que dá pelo nome científico de Helvella crispa (Scop. : Fr.) Fr. 
Conquanto já tenha sido considerada esta espécie como comestível, depois de sujeita a cozimento, recomenda-se actualmente a sua não ingestão, visto conter Metil hidrazina, substância que pode provocar intoxicações alimentares graves, suspeitando-se também que contenha substâncias cancerígenas. A evitar, pois, como manda a  regra da prudência, a seguir em geral no que respeita à ingestão de cogumelos.
A espécie ocorre na Europa e na América do Norte, na época outonal, sobretudo em terrenos com coberto vegetal de árvores de folha caduca.
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sábado, 4 de dezembro de 2010

Feto (Pteridium aquilinum)

Feto (Pteridium aquilinum (L.) Kuhn)

Planta cosmopolita da família Dennstaedtiaceae, que se encontra em todos os continentes, com excepção da Antárctida, é designada em Portugal, onde é muito vulgar, por Feto, Feiteiro/a, Feto-dos-montes, Feto-fêmea; Feto-fêmea-das-boticas, Feto-ordinário, Fieito, Fieitos e já agora, na minha região, por Figueitos. No Brasil, também é conhecida pelo nome genérico de Samambaia.
Embora se possam encontrar plantas isoladas (como na imagem) geralmente surge agrupada formando grandes manchas de verde, em terrenos húmidos e sombrios, cultivados, ou incultos e com muita frequência na encosta dos montes e a coberto de espécies florestais, sobretudo em zonas de pinhal.
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Algodoeiro-da-praia (Hibiscus tiliaceus)

(aspecto geral da árvore)

(folhas)

(flor)

Com a designação científica de Hibiscus tiliaceus L., esta planta da família Malvaceae é considerada nativa das zonas costeiras tropicais da Ásia, bem como da Oceania e da Austrália, tendo sido introduzida, para fins ornamentais em várias regiões da América, onde se encontra já naturalizada. É conhecida entre nós pela designação de Algodoeiro-da-praia e Milola (in Portugal Botânico A a Z) e no Brasil também pelos nomes comuns de Majagua, Aguaxima-do-mangue, Algodoeiro-da-índia, Baru, Embira, Embira-do-mangue, Guaxima-do-mangue, Ibaxama, Manhoco, Quiabo-do-mangue e Uacima-da-praia. Em Portugal, é pouco comum. Pessoalmente, o único exemplar que conheço é o existente no Jardim Botânico de Lisboa (imagem em baixo) que, aliás, me serviu para identificar a espécie que havia fotografado durante uma viagem ao Peru (imagens em cima).


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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Grevílea (Grevillea robusta)




Grevillea robusta A.Cunn. ex R.Br.

Árvore originária da região subtropical da costa leste da Austrália,  foi introduzida em numerosas partes do globo como planta ornamental, embora também seja cultivada para produção de madeira, pois é uma planta de crescimento rápido. No Brasil, é também usada como quebra-ventos para protecção de plantações de café. Em Portugal é sobretudo usada como planta ornamental, podendo encontrar-se em ruas, parques e jardins públicos.Planta da família Proteaceae, é designada, entre nós, por Grevília, ou Grevilha. Também é conhecida pela designação de Carvalho-sedoso, por certo, tradução do inglês Silky-oak .
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Estrepes (Asparagus albus)


Estrepes (Asparagus albus L.)
Pequeno arbusto da família Asparagaceae, dotado de espinhos bem fortes e acerados, é conhecido entre nós pela designação de Estrepes. Distribui-se pela Região Mediterrânica ocidental (Europa e norte de África) incluindo Portugal, onde ocorre em terrenos incultos, secos e ensolarados, sobretudo na região algarvia e no interior do Alentejo e das Beiras. Floresce no verão.
(Local e data: Alvor - Algarve; 06 - Agosto - 2009)
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sábado, 27 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Floresta amazónica




(Imagens da floresta amazónica, recolhidas nas margens do Rio Negro e do Rio Solimões, nas proximidades de Manaus, onde ambos se juntam para formar o Rio Amazonas.) 
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Calluna vulgaris



Calluna vulgaris (L.) Hull

Este pequeno arbusto, muito ramificado, da família Ericaceae é conhecido entre nós pelos nomes vulgares de Torga, Torga-ordinária, Urze, Urze-do-mato,  Queiró e Queiroga, além de vários outros, alguns dos quais partilha com outras espécies do género Erica.
Planta nativa da Europa e do norte de África, encontra-se também na América do Norte, onde terá sido introduzida. Em Portugal ocorre por todo o território, incluindo nas ilhas dos Açores e da Madeira, sobretudo em terrenos argilo-xistosos, secos ou pouco húmidos, nas encostas dos montes, terrenos que disputa com outros arbustos, como as estevas, as carquejas e os tojos e outras urzes.
Embora céptico quanto à sua eficácia, registo que as partes florais da planta são usadas em fitoterapia, tendo como principais indicações o uso como anti-séptico das vias urinárias e como remédio contra a gota (v. Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia).
Sinonímia: Calluna vulgaris var. pubescens W.D.J.Koch; Erica vulgaris var. alba Weston; Calluna sancta Gand.; Calluna sagittifolia var. hirsuta Gray; Calluna pyrenaica Gand.; Calluna oviformis Gand.; Calluna olbiensis Albert; Calluna erica var. condensata (Lamotte) Rouy; Calluna erica proles olbiensis (Albert) Rouy; Calluna erica proles beleziae (Rouy) Rouy; Calluna brumalis Gand.; Calluna beleziana Rouy; Calluna atlantica Seemen; Calluna alpestris Gand.; Ericoides vulgaris (L.) Merino; Erica vulgaris L.; Calluna sagittifolia Gray; Calluna erica DC.; Calluna beleziae Rouy; Calluna erica var. hirsuta (Gray) Rouy in Rouy & Foucaud; Calluna sagittifolia Gray; Erica sagittifolia var. villosa Stokes; Erica sagittifolia Stokes
(Local: Troviscal - Sertã)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Unha-gata (Ononis spinosa)



Unha-gata (Ononis spinosa L.)
Subarbusto muito ramificado, mais ou menos espinhoso, que raramente atinge os 80 cm de altura, a Unha-gata, também designada por Gatunha e Resta-boi, é uma planta da família Fabaceae, nativa de grande parte do continente europeu, Ásia ocidental e norte de África (fonte) onde cresce em terrenos secos, cultivados e incultos e à beira dos caminhos.
(Local: à beira da estrada Nave - Sabugal)
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Viburnum rhytidophyllum

(Viburnum rhytidophyllum Hemsl.)
Planta arbustiva, da família Adoxaceae,  originária da China, é cultivada, designadamente na Europa, como planta ornamental. 
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tojo-arnal-do-litoral (Ulex europaeus)

Tojo-arnal-do-litoral [Ulex europaeus L. subsp. latebracteatus (Mariz) Rothm.]
Sinonímia: Ulex europaeus L. for. latebracteatus (Mariz) Samp.; Ulex europaeus L. var. latebracteatus Mariz.
Planta da família Fabaceae, que se distribui pelo noroeste da Península Ibérica e que ocorre em matagais e em terrenos incultos (Fonte).
(Local: Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto)
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ansarina (Linaria caesia)

Ansarina [Linaria caesia (Pers.) DC. ex Chav. subsp. decumbens (Lange) M. Laínz]

Planta da família Scrophulariaceae, a Ansarina, também designada por Linária-das-dunas, Linária-da-praia e Passarinho-amarelo, é um endemismo ibérico que ocorre na parte ocidental da Península Ibérica, tendo o seu habitat nos areais  costeiros e sistemas dunares ao longo do litoral.
(Local:  Dunas junto da Ria de Aveiro)
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cânhamo-de-África (Sparrmannia africana)


 (Sparrmannia africana L. f.)
Planta da família Tiliaceae (ou Malvaceae, segundo a classificação APG), é nativa do Sul de África, onde surge espontânea nas margens de bosques e em encostas rochosas com humidade. É cultivada como planta ornamental para jardins, sendo também utilizada como planta de interiores. É designada em Portugal por Cânhamo-de-África (cfr. Portugal Botânico de A a Z).
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Gerânio-da-Madeira (Geranium maderense)




O Gerânio-da-Madeira (Geranium maderense Yeo)  é uma planta da família Geraniaceae, nativa e endémica da ilha da Madeira, onde também é designada por Pássaras. É uma planta muito apreciada e largamente cultivada como planta ornamental, graças à sua espectacular inflorescência.
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sábado, 13 de novembro de 2010

Fidalguinhos (Centaurea cyanus)



(Centaurea cyanus L. )
Designada em Portugal pelos nomes comuns de  Fidalguinhos, Saudades, Lóios-de-jardim, Ciano e Ambreta e, no Brasil, por Escovinha, esta planta da família Asteraceae, é considerada nativa da Europa, mas encontra-se naturalizada noutras regiões do globo, onde foi introduzida para fins ornamentais. No continente de origem, enquanto planta silvestre, embora ocorra em terrenos incultos, estava, sobretudo, associada  aos campos de cultivo de cereais, locais onde actualmente se encontra em declínio devido ao uso de herbicidas. Como planta cultivada para fins ornamentais, esta espécie conhece vários cultivares, podendo as flores (e as inflorescências) apresentar-se sob  formas diversas.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sapinho-roxo (Spergularia purpurea)

Sapinho-roxo [Spergularia purpurea (Pers.) G.Don]

Planta pequena e rasteira, da família Caryophyllaceae, tende a formar tufos mais ou menos extensos em terrenos incultos e à beira dos caminhos. Prefere solos arenosos e bem ensolarados. A sua distribuição está limitada à Península Ibérica e Marrocos (Fonte) Em Portugal, distribui-se por todo o território do Continente. Floresce ao longo de grande parte da primavera e do verão.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Botão-azul (Jasione montana)




Conquanto apresente semelhanças com as espécies da família Asteraceae, esta planta designada vulgarmente por Botão-azul [Jasione montana L.; sin: Jasione laevis subsp. rosularis (Boiss. et Reut.) Tutin; Jasione lusitanica A. DC.; Jasione montana L. subsp. echinata  (Boiss. et Reut.) Nyman; Jasione montana L. subsp. montana; Jasione montana L. var. genuina Willk.; Jasione rosularis Boiss. et Reut.] pertence à família Campanulaceae. Tida como originária da Europa, a sua actual distribuição é bem mais ampla, pois ocorre também em parte da Ásia, noroeste de África e em alguns Estados da costa leste e da costa oeste dos Estados Unidos.
Em Portugal, onde floresce ao longo da primavera e verão, ocorre por todo o território do Continente, em terrenos com boa exposição solar,  pouco húmidos, e com frequência entre rochas e à beira dos caminhos.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sempre-noiva-das-floristas (Helichrysum petiolare)



Sempre-noiva-das-floristas [Helichrysum petiolare Hilliard & Burtt; sin: Gnaphalium tomentosum Burm, Helichrysum petiolatum (L.) DC.]
Originária da África do Sul, esta planta da família Asteraceae, encontra-se naturalizada na América do Norte (Estados Unidos) e em vários países europeus, incluindo Portugal, onde é utilizada como planta ornamental e onde é conhecida pela designação de Sempre-noiva-das-floristas. 
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domingo, 7 de novembro de 2010

Rabo-de-raposa (Stachys ocymastrum)



Esta planta, da família Lamiaceae, conhecida vulgarmente pela designação (não exclusiva da espécie) de Rabo-de-raposa [Stachys ocymastrum (L.) Briq.] é originária da Região Mediterrânica, Portugal incluído, ocorrendo em zonas com alguma humidade, em terrenos baldios, incultos e à beira dos caminhos.
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sábado, 6 de novembro de 2010

Eryngium serra


Eryngium serra Cham. & Schltdl.
Planta da família Apiaceae, originária da América do Sul (Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina) onde ocorre espontânea em pântanos e nas margens de cursos de água. É utilizada como planta ornamental.
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