Filipendula vulgaris Moench
Erva perene, rizomatosa (tipo biológico: geófito) da família Rosaceae. Com caule erecto, em geral, simples, com folhas quase todas basais, penatissectas, com segmentos, eles próprios, penatifendidos ou penatilobados; flores, em geral, com 6 pétalas brancas, agrupadas em inflorescência terminal formada por cimeira(s) paniculiforme(s).
Distribuição: boa parte da Europa, grande parte da Ásia e Noroeste de África. Naturalizada na América do Norte.
Em Portugal ocorre como espécie autóctone no território do Continente, onde, a crer na Flora Ibérica, estará presente apenas na Beira Baixa, Beira Litoral, Estremadura e Trás-os-Montes. Presente também nos Açores mas como espécie introduzida e naturalizada.
Ecologia/habitat: Prados, margens de regatos, orlas e clareiras de bosques e matos, com frequência em terrenos encharcados durante a Primavera. Algo indiferente à composição do terrenos manifesta, no entanto, preferência por solos calcários.
Floração: de Abril a Agosto.
Fitoterapia: Tal como a sua congénere Filipendula ulmaria, é usada em fitoterapia, sendo recomendada a sua utilização no tratamento da artrite, reumatismo, bronquite e síndromas gripais. Si non é vero... por favor, não me peçam contas.
(Local e data: entre Freixianda e Rio de Couros; - concelho de Ourém; 27 - Abril - 2014)