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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Plantas ornamentais: Gaura (Oenothera lindheimeri)




Gaura * [Oenothera lindheimeri (Engelm. & A.Gray) WL Wagner & Hoch **]
Erva rizomatosa, perene, com caule muito ramificado, podendo atingir desde 50 a 150 cm de altura. Possui folhas lanceoladas; flores com 4 pétalas de cor branca ou rósea, agrupadas em inflorescência racemosa, com 10 a 80 cm de comprimento.
Tipo biológico: hemicriptófito;
Família: Onagraceae;
Distribuição: planta originária dos Estados Unidos da América (Texas e Luisiana). Introduzida e cultivada nosutras partes do planeta para fins ornamentais.
Floração: de Março a Novembro,
* Outros nomes comuns: Gaura-branca; Gaura-rosa; Moita-borboleta; Vela-da-pradaria; Vela-esplendor (Fonte)
**Sinonímia: Gaura lindheimeri Engelm. & A.Gray
(Avistamento: Almada; 6 - Novembro - 2022)
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Epilobium brachycarpum










Epilobium brachycarpum C. Presl.*
Erva anual, com caules erectos (30 a 150cm) ramificados; folhas lineares ou elípticas, glabras, com margens denticuladas; flores (com 4 pétalas bilobadas, rosadas ou purpúreas, por vezes, brancas) agrupadas em amplas inflorescências terminais, pouco densas; frutos mais ou menos fusiformes.
Tipo biológico: terófito;
FamíliaOnagraceae;
Distribuição. Planta nativa do Oeste da América do Norte e da Argentina. Introduzida e naturalizada na Europa, em finais do século passado. A sua ocorrência em Portugal Continental só recentemente foi assinalada e, por ora,  a sua presença, não muito frequente, parece limitada ao Norte e Centro do território do Continente (fonte) .
Ecologia/habitat: terrenos abertos, ruderalizados, algo nitrificados, valetas e taludes de estradas e vias férreas, a altitudes desde 600 a 800m.
Floração: de Agosto a Outubro.
*Sinonímia: Epilobium paniculatum Nutt. ex Torr. & A. Gray.
(Local e data: Cerdeira (Sabugal); 7 - Setembro - 2016)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Ludwigia palustris








Ludwigia palustris (L.) Elliott  *
Erva perene, raramente anual (tipo biológico: hemicriptófito), anfíbia como a generalidade das suas congéneres, glabra, com caules (10 a 50cm) mais ou menos avermelhados, flutuantes, quando não prostrados ou ascendentes.
Família: Onagraceae;
Distribuição: Grande parte da Europa (Centro, Sul e Oeste); Norte de África, Ásia Ocidental e Américas (do Sul e do Norte).
Em Portugal está presente em quase todo o território do Continente, conquanto não pareça que seja espécie particularmente abundante, atento o número de registos actualmente existentes no portal Flora.on.
Ecologia/Habitat: charcos temporários e outros locais à beira de águas paradas, em pequenas lagoas e cursos de água de fraca corrente, a altitudes até 900m.
Floração: de Junho a Setembro.
* Sinonímia: Isnardia palustris L. (Basónimo)
[Locais e datas. Rio Côa (Badamalos; Porto de Ovelha) 24 /31 - Julho 2015; Ribeira do Boi ou Ribeira do Cró (afluente do Côa) (Rapoula do Côa); 18/23 - Julho - 2015]

terça-feira, 9 de junho de 2015

Epilobium hirsutum




Epilóbio-eriçado * Epilobium hirsutum L.   
Erva perene, estolhosa (tipo biológico:  helófito e hemicriptófito) com caules erectos muito ramificados, amplamente revestidos por pêlos compridos (0,5 a 1,7mm) não glandulíferos a par de outros grandulíferos bem mais curtos (0,1 a 0,3mm), caules que podem elevar-se até 2m ou um pouco mais.
Família: Onagraceae;
Distribuição: A espécie encontra-se dispersa por uma boa parte do globo, como planta autóctone (Europa, Ásia, e África), ou como espécie introduzida (América do Norte). No que respeita a Portugal há registos da sua presença em quase todo o território do Continente. Inexistente nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Ecologia/habitat: margens e leito de regatos e ribeiros; superfícies de águas paradas, mais ou menos eutrofizadas, bem como em locais perturbados com elevada humidade no solo. Altitude: até aos 1500m.
Floração: de Maio a Outubro.
(Local e data; terreno alagado na proximidade da Lagoa de Santo André;20 - Maio - 2015)  
(Fontes consultadas: Flora.onFlora Iberica)

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Oenothera rosea

 




Oenothera rosea L'Hér. ex Aiton
Tal como as demais espécies do género Oenothera que presentemente ocorrem em território português  a O. rosea é também uma planta exótica. Originária, no caso, do continente americano (América do Norte e América do Sul), mas que conhece, actualmente, larga difusão a nível mundial, devido à sua utilização como planta ornamental.
 Em Portugal continental assinala-se a sua presença na Estremadura, Beira Litoral e Douro Litoral. Ocorre também nos Açores com a mesma natureza de espécie introduzida.
Trata-se de um erva anual ou perene, com 10 a 50 cm, com caules erectos ou procumbentes; folhas lanceoladas ou ovadas; flores com pétalas de cor púrpura, rosa ou arroxeada.
Família: Onagraceae.
Ecologia/habitat: Nas regiões onde foi introduzida, como é o caso de Portugal, a O. rosea, como planta subespontânea surge, por via de regra, em locais algo perturbados, com frequência na proximidade de povoações, indiciando que, pelo menos, algumas populações são fruto da escapada de sementes com origem em plantas cultivadas.
Floração: de Abril a Outubro.
(Local e data: entre Freixianda e Rio de Couros; - concelho de Ourém; 27 - Abril - 2014)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Oenothera speciosa




Oenothera speciosa Nutt.
Planta da família Onagraceae, a Oenothera speciosa é nativa da América do Norte (Estados Unidos e México) tendo, no entanto, sido introduzida como planta ornamental em muitos outros países,  onde se encontra já naturalizada, como é o caso de Portugal.
Prefere terrenos leves, bem drenados e bem expostos ao sol.
É-lhe atribuído potencial invasor (Fonte) o que coincide com a minha própria observação: no local onde a fotografei (Parque da Paz - Almada) a planta tem vindo a expandir-se vigorosamente no sítio inicial, mas tem vindo a ocupar, com rapidez, outros locais, desenvolvendo-se, sobretudo, em fendas de muros de suporte de terras a ladear os caminhos.
No Brasil, onde, porventura, terá sido introduzida há mais tempo, é designada vulgarmente por Gotas-brancas-de-sol, Flor-do-dia e Prímula-branca-da-tarde (Fonte). Em contrapartida, não encontrei designação em vernáculo que seja usada em Portugal.
(Clicando nas imagens, amplia)