terça-feira, 30 de novembro de 2010

Grevílea (Grevillea robusta)




Grevillea robusta A.Cunn. ex R.Br.

Árvore originária da região subtropical da costa leste da Austrália,  foi introduzida em numerosas partes do globo como planta ornamental, embora também seja cultivada para produção de madeira, pois é uma planta de crescimento rápido. No Brasil, é também usada como quebra-ventos para protecção de plantações de café. Em Portugal é sobretudo usada como planta ornamental, podendo encontrar-se em ruas, parques e jardins públicos.Planta da família Proteaceae, é designada, entre nós, por Grevília, ou Grevilha. Também é conhecida pela designação de Carvalho-sedoso, por certo, tradução do inglês Silky-oak .
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Estrepes (Asparagus albus)


Estrepes (Asparagus albus L.)
Pequeno arbusto da família Asparagaceae, dotado de espinhos bem fortes e acerados, é conhecido entre nós pela designação de Estrepes. Distribui-se pela Região Mediterrânica ocidental (Europa e norte de África) incluindo Portugal, onde ocorre em terrenos incultos, secos e ensolarados, sobretudo na região algarvia e no interior do Alentejo e das Beiras. Floresce no verão.
(Local e data: Alvor - Algarve; 06 - Agosto - 2009)
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sábado, 27 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Floresta amazónica




(Imagens da floresta amazónica, recolhidas nas margens do Rio Negro e do Rio Solimões, nas proximidades de Manaus, onde ambos se juntam para formar o Rio Amazonas.) 
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Calluna vulgaris



Calluna vulgaris (L.) Hull

Este pequeno arbusto, muito ramificado, da família Ericaceae é conhecido entre nós pelos nomes vulgares de Torga, Torga-ordinária, Urze, Urze-do-mato,  Queiró e Queiroga, além de vários outros, alguns dos quais partilha com outras espécies do género Erica.
Planta nativa da Europa e do norte de África, encontra-se também na América do Norte, onde terá sido introduzida. Em Portugal ocorre por todo o território, incluindo nas ilhas dos Açores e da Madeira, sobretudo em terrenos argilo-xistosos, secos ou pouco húmidos, nas encostas dos montes, terrenos que disputa com outros arbustos, como as estevas, as carquejas e os tojos e outras urzes.
Embora céptico quanto à sua eficácia, registo que as partes florais da planta são usadas em fitoterapia, tendo como principais indicações o uso como anti-séptico das vias urinárias e como remédio contra a gota (v. Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia).
Sinonímia: Calluna vulgaris var. pubescens W.D.J.Koch; Erica vulgaris var. alba Weston; Calluna sancta Gand.; Calluna sagittifolia var. hirsuta Gray; Calluna pyrenaica Gand.; Calluna oviformis Gand.; Calluna olbiensis Albert; Calluna erica var. condensata (Lamotte) Rouy; Calluna erica proles olbiensis (Albert) Rouy; Calluna erica proles beleziae (Rouy) Rouy; Calluna brumalis Gand.; Calluna beleziana Rouy; Calluna atlantica Seemen; Calluna alpestris Gand.; Ericoides vulgaris (L.) Merino; Erica vulgaris L.; Calluna sagittifolia Gray; Calluna erica DC.; Calluna beleziae Rouy; Calluna erica var. hirsuta (Gray) Rouy in Rouy & Foucaud; Calluna sagittifolia Gray; Erica sagittifolia var. villosa Stokes; Erica sagittifolia Stokes
(Local: Troviscal - Sertã)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Unha-gata (Ononis spinosa)



Unha-gata (Ononis spinosa L.)
Subarbusto muito ramificado, mais ou menos espinhoso, que raramente atinge os 80 cm de altura, a Unha-gata, também designada por Gatunha e Resta-boi, é uma planta da família Fabaceae, nativa de grande parte do continente europeu, Ásia ocidental e norte de África (fonte) onde cresce em terrenos secos, cultivados e incultos e à beira dos caminhos.
(Local: à beira da estrada Nave - Sabugal)
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Viburnum rhytidophyllum

(Viburnum rhytidophyllum Hemsl.)
Planta arbustiva, da família Adoxaceae,  originária da China, é cultivada, designadamente na Europa, como planta ornamental. 
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tojo-arnal-do-litoral (Ulex europaeus)

Tojo-arnal-do-litoral [Ulex europaeus L. subsp. latebracteatus (Mariz) Rothm.]
Sinonímia: Ulex europaeus L. for. latebracteatus (Mariz) Samp.; Ulex europaeus L. var. latebracteatus Mariz.
Planta da família Fabaceae, que se distribui pelo noroeste da Península Ibérica e que ocorre em matagais e em terrenos incultos (Fonte).
(Local: Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto)
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ansarina (Linaria caesia)

Ansarina [Linaria caesia (Pers.) DC. ex Chav. subsp. decumbens (Lange) M. Laínz]

Planta da família Scrophulariaceae, a Ansarina, também designada por Linária-das-dunas, Linária-da-praia e Passarinho-amarelo, é um endemismo ibérico que ocorre na parte ocidental da Península Ibérica, tendo o seu habitat nos areais  costeiros e sistemas dunares ao longo do litoral.
(Local:  Dunas junto da Ria de Aveiro)
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cânhamo-de-África (Sparrmannia africana)


 (Sparrmannia africana L. f.)
Planta da família Tiliaceae (ou Malvaceae, segundo a classificação APG), é nativa do Sul de África, onde surge espontânea nas margens de bosques e em encostas rochosas com humidade. É cultivada como planta ornamental para jardins, sendo também utilizada como planta de interiores. É designada em Portugal por Cânhamo-de-África (cfr. Portugal Botânico de A a Z).
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Gerânio-da-Madeira (Geranium maderense)




O Gerânio-da-Madeira (Geranium maderense Yeo)  é uma planta da família Geraniaceae, nativa e endémica da ilha da Madeira, onde também é designada por Pássaras. É uma planta muito apreciada e largamente cultivada como planta ornamental, graças à sua espectacular inflorescência.
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sábado, 13 de novembro de 2010

Fidalguinhos (Centaurea cyanus)



(Centaurea cyanus L. )
Designada em Portugal pelos nomes comuns de  Fidalguinhos, Saudades, Lóios-de-jardim, Ciano e Ambreta e, no Brasil, por Escovinha, esta planta da família Asteraceae, é considerada nativa da Europa, mas encontra-se naturalizada noutras regiões do globo, onde foi introduzida para fins ornamentais. No continente de origem, enquanto planta silvestre, embora ocorra em terrenos incultos, estava, sobretudo, associada  aos campos de cultivo de cereais, locais onde actualmente se encontra em declínio devido ao uso de herbicidas. Como planta cultivada para fins ornamentais, esta espécie conhece vários cultivares, podendo as flores (e as inflorescências) apresentar-se sob  formas diversas.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sapinho-roxo (Spergularia purpurea)

Sapinho-roxo [Spergularia purpurea (Pers.) G.Don]

Planta pequena e rasteira, da família Caryophyllaceae, tende a formar tufos mais ou menos extensos em terrenos incultos e à beira dos caminhos. Prefere solos arenosos e bem ensolarados. A sua distribuição está limitada à Península Ibérica e Marrocos (Fonte) Em Portugal, distribui-se por todo o território do Continente. Floresce ao longo de grande parte da primavera e do verão.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Botão-azul (Jasione montana)




Conquanto apresente semelhanças com as espécies da família Asteraceae, esta planta designada vulgarmente por Botão-azul [Jasione montana L.; sin: Jasione laevis subsp. rosularis (Boiss. et Reut.) Tutin; Jasione lusitanica A. DC.; Jasione montana L. subsp. echinata  (Boiss. et Reut.) Nyman; Jasione montana L. subsp. montana; Jasione montana L. var. genuina Willk.; Jasione rosularis Boiss. et Reut.] pertence à família Campanulaceae. Tida como originária da Europa, a sua actual distribuição é bem mais ampla, pois ocorre também em parte da Ásia, noroeste de África e em alguns Estados da costa leste e da costa oeste dos Estados Unidos.
Em Portugal, onde floresce ao longo da primavera e verão, ocorre por todo o território do Continente, em terrenos com boa exposição solar,  pouco húmidos, e com frequência entre rochas e à beira dos caminhos.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sempre-noiva-das-floristas (Helichrysum petiolare)



Sempre-noiva-das-floristas [Helichrysum petiolare Hilliard & Burtt; sin: Gnaphalium tomentosum Burm, Helichrysum petiolatum (L.) DC.]
Originária da África do Sul, esta planta da família Asteraceae, encontra-se naturalizada na América do Norte (Estados Unidos) e em vários países europeus, incluindo Portugal, onde é utilizada como planta ornamental e onde é conhecida pela designação de Sempre-noiva-das-floristas. 
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domingo, 7 de novembro de 2010

Rabo-de-raposa (Stachys ocymastrum)



Esta planta, da família Lamiaceae, conhecida vulgarmente pela designação (não exclusiva da espécie) de Rabo-de-raposa [Stachys ocymastrum (L.) Briq.] é originária da Região Mediterrânica, Portugal incluído, ocorrendo em zonas com alguma humidade, em terrenos baldios, incultos e à beira dos caminhos.
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sábado, 6 de novembro de 2010

Eryngium serra


Eryngium serra Cham. & Schltdl.
Planta da família Apiaceae, originária da América do Sul (Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina) onde ocorre espontânea em pântanos e nas margens de cursos de água. É utilizada como planta ornamental.
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sábado, 30 de outubro de 2010

Verbasco-ondeado (Verbascum sinuatum)





O Verbasco-ondeado (Verbascum sinuatum L.) também designado comummente por Cachapeiro, é uma planta da família Scrophulariaceae, nativa do sul da Europa, mas naturalizada noutras regiões, incluindo em parte da Costa Leste dos Estados Unidos, onde, presumivelmente, foi introduzida para fins ornamentais, já que é usada para esse fim. Em Portugal, surge espontânea em todo o território do Continente, mormente, em terrenos incultos e à beira de estradas e caminhos.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Salgueiro-anão (Salix repens)



Salgueiro-anão ou Vimeiro-anão (Salix repens L. sin: Salix arenaria L.)

Também designado vulgarmente por Salgueiro-das-dunas ou Vimeiro-das-dunas e por Salgueiro/  Vimeiro-rastejante, esta planta da família Salicaceae distribui-se pela Europa (central, ocidental e do norte) e Ásia (central e de leste), tendo o seu habitat  em matagais e em terrenos arenosos, particularmente em dunas marítimas já consolidadas.
(Local: Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto)
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Amor-perfeito (Viola tricolor)


Amor-perfeito (Viola tricolor L.)

Também designada vulgarmente por Erva-da-trindade, Amor-perfeito-bravo e Amor-perfeito-pequeno, esta planta da família  Violaceae é nativa das regiões temperadas da Europa e da Ásia, encontrando-se naturalizada na América do Norte, onde foi introduzida. É uma planta que se pode apresentar sob diversas formas e que se considera estar na origem das plantas cultivadas comummente designadas por "amores-perfeitos".
Tem aplicação em fitoterapia, sendo o seu uso recomendado no tratamento de leves afecções cutâneas (p.e. seborreia).
(Local e data: Troviscal - Sertã; 09 - Junho -2010)
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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Chupa-mel (Cerinthe gymnandra)


Chupa-mel (Cerinthe major Gasp.)
Também designada por Chupa-mel-branco e Flor-de-mel, esta planta da família Boraginaceae é nativa da região mediterrânica, Portugal incluído, onde ocorre, quer em terrenos cultivados e incultos, quer à beira de caminhos, embora, tanto quanto me diz a minha fraca experiência,  não se encontre com muita frequência.
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Canas (Arundo donax)



Não existe unanimidade entre os autores sobre a origem desta planta da família Poaceae,  com a designação científica de Arundo donax L. [sin: Arundo phragmites L.; Arundo vulgaris Lam.; Phragmites communis Trin.; Phragmites vulgaris (Lam.) Druce]. Sabe-se, no entanto, que a planta já é conhecida e cultivada nalgumas regiões da Ásia e em toda  região mediterrânica (sul da Europa e norte da África) há milénios e que se encontra, actualmente, naturalizada nas zonas temperadas, tropicais e subtropicais de todos os continentes.
Esta planta que é conhecida, entre nós, pelos nomes vulgares de Canas; Cana; Cana-comum; Cana-de-roca; Caninha; Canavieira; Canamilha e Cana-do-reino é considerada em Portugal como planta exótica, com comportamento invasor, encontrando-se distribuída por todo o território do continente, com excepção das zonas de maior altitude, ocorrendo, sobretudo, ao longo de linhas de água, em zonas húmidas e em terrenos agrícolas  na proximidade da costa, terrenos onde é frequentemente utilizada para a formação de sebes que servem para delimitar os terrenos e ao mesmo tempo para proteger as culturas (geralmente hortícolas) dos ventos que sopram do oceano.
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