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terça-feira, 1 de maio de 2012

Anemone hortensis





Anemone hortensis L.
Herbácea, vivaz, rizomatosa, da família Ranunculaceae, possui caule erecto que pode atingir até 40 cm de altura; folhas basilares, longamente pecioladas, palminérvias com recortes que chegam, por vezes até ao pecíolo e as caulinares, verticiladas, sésseis, simples ou lobadas;  flores solitárias terminais, com 3 a 6 cm de diâmetro, com pétalas de cores variadas (branco-azulado, rosa, ou violeta).
Distribui-se, enquanto espontânea, por vários países do sul da Europa, banhados pelo Mediterrâneo, designadamente, França (onde é designada por Anémone des jardins) Itália (Anemone stellata ou Fior di stella ), Croácia, Albânia e Grécia. Como planta ornamental, utilizada em jardinagem, é, porém, cultivada noutras  paragens. Não encontrei, no entanto, qualquer referência à presença desta espécie em Portugal, não sendo, porém, de excluir a sua existência, enquanto planta de jardim. Encantos que justifiquem a sua presença, não lhe faltam.
Floração: de fevereiro a abril.
(Data e local: abril - 2012; arredores de Segesta - Sicília, num cenário dominado pelo belo templo dórico (em baixo)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Barba-de-bode (Tragopogon porrifolius)

 


 Barbas-de-bode (Tragopogon porrifolius L.)
Planta herbácea, bienal, ou anual, da família Asteraceae, cujo caule, simples, ou pouco ramificado, tem de altura, por regra, entre 20 a 60 cm, ainda que, por vezes, possa elevar-se até aos 120 cm.
É originária da Região Mediterrânica, mas difundida, naturalizada e cultivada, sobretudo, como planta ornamental, noutras regiões. Digo "sobretudo", porque a planta também é comestível, em particular, a raiz e  as folhas da roseta basal quando nova.
Encontra-se mencionada no Portugal Botânico de A a Z, onde lhe são atribuídas os nomes comuns de Barba-de-bode, Barba-de-cabra e Cercefi. Deduzo daí, embora não tenha encontrado qualquer outra referência nas fontes que habitualmente consulto, que a espécie também ocorrerá em Portugal, senão como planta espontânea, ao menos como espécie cultivada. Pessoalmente, não me lembro de alguma vez a ter avistado  no território português.
(Local e data: Piazza Armerina - Sicília; março - 2012)