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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Rosmaninho-maior (Lavandula pedunculata)










Rosmaninho-maior ou Arçã [Lavandula pedunculata (Mill.) Cav.]
Pequeno arbusto perenifólio, aromático, tomentoso, em geral, muito ramificado, que pode atingir até cerca de 100cm; folhas tomentosas, inteiras, aproximadamente lineares, frequentemente com margens revolutas; flores pequenas (com corola em tons de violeta-escuro com cerca de 5mm de diâmetro) agrupadas em inflorescências espiciformes, compactas, ovoides ou cilíndricas, encimadas por brácteas semelhantes no seu conjunto a penachos de cor violeta ou púrpura, assentando as espigas em longos pedúnculos sempre com mais do dobro do comprimento das inflorescências.
Tipo biológico: fanerófito;
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Península Ibérica e Norte de África.
Espécie muito comum em Portugal ocorrendo  em todo o território do Continente. Todavia, é inexistente, quer no arquipélago da Madeira, quer no arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: terrenos de matos baixos, pobres; campos agrícolas abandonados, em substratos preferentemente ácidos ou arenosos, a altitudes até 1700 m.
Floração: de Fevereiro a Setembro.

sábado, 26 de maio de 2018

Chuchas (Lamium maculatum)



Chuchas * (Lamium maculatum L.)
Família: Lamiaceae/ Labiatae.
* Outros nomes comuns: Chuchapitos; Coelhos.
(Local e data: Serra do Açor; 10 - Maio - 2018)
(Clicando sobre as imagens, amplia)

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Rosmaninho (Lavandula stoechas subsp. stoechas)

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 Rosmaninho * (Lavandula stoechas L. subsp. stoechas)
Pequeno arbusto, muito aromático, com 25 a 100 cm; caules folhosos muito ramificados; folhas com tamanho mais ou menos uniforme, inteiras, com indumento esbranquiçado, de lineares a lanceoladas, com frequência com margens revolutas e nervação reticulada facilmente perceptível na página inferior; flores (com corola bilabiada, com  4 a 5 mm de diâmetro, de cor azul ou violeta muito escura na parte superior) agrupadas em inflorescências espiciformes, pedunculadas (com pedúnculo mais curto que a espiga) e formadas por verticilos com 6 a 14 flores cada um, com remate de brácteas coloridas em forma de penacho.
Tipo biológico: fanerófito; caméfito;
Família: Lamiaceae / Labiatae;
Distribuição: Região Mediterrânica e Canárias;
Em Portugal ocorre em todas as regiões do Continente.
Ecologia/habitat: clareiras de matos e bosques, em terrenos pobres, por vezes, pedregosos, preferentemente siliciosos, geralmente em locais ensolarados, a altitudes até 1700m.
Floração: de Fevereiro a Julho.
*Outros nomes comuns: Cabeçuda; Arçã;
[Locais e datas: Tunes (Algarve); 8 - Março - 2016 (fotos 1 e 5); Querença (Algarve); 11 - Março - 2016 (foto 2); Alqueva (Portel) 13 - Abril - 2015 (foto 3); e Sarzedas (Castelo Branco) 29 - Abril - 2015 (foto 4)]

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Salva-esclareia (Salvia sclarea)


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Salva-esclareia (Salvia sclarea L.)
Erva perene com caules ramificados, erectos, hirsutos, com 30 a 150cm; folhas pecioladas com limbo ovado, ou ovado-oblongo, com superfície algo rugosa, com indumento denso e com margens dentadas ou crenadas; flores com corola bilabiada de cor lilás, azul-pálido ou violeta (protegidas por grandes brácteas coloridas) agrupadas (3 a 6) em verticilos dispostos ao longo dos braços da inflorescência, por norma, ramificada.
Tipo biológico: hemicriptófito;
Família: Lamiaceae/Labiatae;
Distribuição: nativa da Região Mediterrânica e da Ásia Central, introduzida e cultivada noutras regiões para fins ornamentais e para extracção de um óleo essencial (sclareol) que é utilizado em perfumaria e  no fabrico de medicamentos.
Em Portugal ocorre apenas em Trás-os-Montes, não havendo, no entanto, a certeza sobre se se trata de uma espécie autóctone, dúvida que, todavia, não é partilhada pela Flora Iberica.
Ecologia/habitat:  taludes, bermas de estradas e caminhos, campos em pousio; pastagens nitrófilas, a altitudes desde 100 a 1100m.
Floração: de Junho a Julho.
[Local e datas: Vinhais (Trás- os-Montes); 26- Junho - 2015 (fotos 1, 4 e 6); 18 - Junho - 2017 (fotos restantes)]

domingo, 29 de outubro de 2017

Tormentelo (Thymus caespititius)




Tormentelo *(Thymus caespititius Brot.)
Subarbusto rastejante, cespitoso, estolhoso, com folhas linear-espatuladas, glabras, planas, ciliadas na base ou até metade do seu comprimento; flores bilabiadas, com corola de cor púrpura, por vezes, esbranquiçada.
Tipo biológico: Caméfito
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Península Ibérica (Oeste e Noroeste) e arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: urzais, clareiras de bosques; encostas e outros terrenos declivosos, em zonas de clima húmido onde se faça sentir a influência do Atlântico, a altitudes até 1200m.
Floração: de Maio a Setembro.
* Outros nomes comuns: Alecrim-da-serra; Erva-úrsula.
(Locais e datas: Ilhas de S. Jorge e do Pico (Açores); 23 e 27 - Julho - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

Adenda:


 [Imagens obtidas no Minho (concelho de Melgaço) em 23 - Junho - 2018  e aditadas em 3 - Julho - 2018] 

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Prunella grandiflora




Prunella grandiflora (L.) Scholler
Família: Lamiaceae;
Mais informacão: aqui.
(Local e data: Trás-os-Montes; 18 - Junho -2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 14 de maio de 2017

Erva-crina (Ajuga iva var. pseudoiva)





Erva-crina, Abiga, ou Erva-moscada [Ajuga iva var. pseudoiva (DC.) Briq.] 

Erva perene, de base lenhosa,  multicaule, com 4 a 15 cm, apresentando-se ramificada desde a base: com folhas oblongas ou oblongo-espatuladas, inteiras ou dentadas, mais ou menos densamente pilosas; flores dispostas aos pares em verticilos axilares.
Reconhecem-se nesta espécie duas variedades: A. iva var. iva, com corola rosada e folhas com pilosidade pouco densa  e A. iva var. pseudoiva.  (aqui apresentada) com corola amarela, eventualmente branca, com manchas de cor púrpura e folhas densamente pubescentes.
Tipo biológico: hemicriptófito:
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica, e  Macaronésia. 
Em Portugal ocorre, quer na Madeira, quer no território do Continente e designadamente no Algarve, Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Beira Litoral. 
Ecologia/habitat:  pastagens de sequeiro  com preferência por solos argilosos, calcários, margosos ou areias litorais, a altitudes até 1300m.
Floração: de Abril a Outubro.

(Local e data: Sousel; 3 - Maio - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 24 de março de 2017

Rosmaninho-verde (Lavandula viridis)








Rosmaninho-verde (*) (Lavandula viridis L'Hér.)
Pequeno arbusto (30 a 70 cm) muito ramificado, algo lanoso, cujo hábito, em geral, não difere grandemente do das demais espécies de Lavandula (Rosmaninho) existentes no país. Na cor das flores (esbranquiçada na Lavandula viridis; azulada, púrpura ou violeta nas restantes congéneres) residirá, porventura, a diferença mais marcante e mais facilmente perceptível. Sobretudo para leigos.
Tipo biológico: Caméfito;
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Madeira e Península Ibérica [Sudoeste de Espanha (províncias de Huelva e Sevilha) e Sul de Portugal (Algarve e Baixo Alentejo)] 
Como espécie introduzida encontra-se também nos Açores.
Ecologia/habitat; terrenos de matos; orla e clareiras de bosques de azinheiras, sobreiros e pinheiros, em solos pedregosos, siliciosos, xistosos e, menos frequentemente, calcários,  a altitudes até 850m.
Floração; de Março a Junho.
(*) Ou Rosmaninho-de-flor-branca.
(Local e datas: Algarve; 10/ 12 - Março - 2017)

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Sideritis romana




Sideritis romana L.
Erva anual, com 5 a 30 cm, hirsuta,  coberta com pêlos compridos e flexíveis, alguns glandulosos; com caule simples ou ramificado na base; folhas de ovadas a elípticas, dentadas, pelo menos, na metade apical; flores com corola branca ou levemente rosada, bilabiada, com o lábio superior bem menor que o inferior e por vezes inteiramente coberto pelo dente superior do cálice, dente este que, por sua vez, é bem maior que os restantes. As flores agrupam-se (2 a 6) em número variável de verticilos (até 20), formando em conjunto inflorescências que podem atingir até 22 cm.
Tipo biológico: terófito;
Família: Lamiaceae / Labiatae;
Distribuição: Região Mediterrânica. 
Em Portugal a sua ocorrência está limitada ao Algarve.
Ecologia/habitat:  clareiras de matos e pastagens, em terrenos pedregosos e mesmo em rochedos; em locais geralmente secos e, por vezes, alterados, em substrato preferentemente básico, a altitudes até 1100m.
Floração: de Abril a Junho.
[Local e data: Algarve (Ludo e Cerro de S. Miguel); 22 - Maio - 2016]